Acervo familiar · reciclagem de portfólio

Uma coleção de família, pronta para novas paredes

A Vertente reúne parte do acervo formado por nossa família ao longo do tempo. À medida que reciclamos nosso portfólio e abrimos espaço para novos capítulos, algumas obras seguem agora para novos colecionadores.

Obra em destaque do acervo

Acervo

60 obras, nove vertentes curatoriais

O acervo completo da família reúne 60 obras. Abaixo, um panorama dos nove eixos que o organizam — e, na sequência, as peças já disponíveis para aquisição.

Nipo-Brasileiro

Arte de artistas nipo-brasileiros, com destaque para Kenji Fukuda, Takashi Fukushima, Masumi Tsuchimoto, Kaminagai, Toyota, Kusuno, Wakabayashi e Bin Kondo.

Modernismo Expressionista

Obras de Di Cavalcanti, Kennedy Bahia, M. Thereza, Poty Lazzarotto e Carybé.

Gravura e Litografia

Gravuras e litografias de Bianco, Loriou, Etzel, Calló, Ivan Freitas, Silvio Oppenheim, Aldir Mendes de Souza e Fernando Velloso.

Concretismo e Construtivismo

Peças de Antônio Maluf, Ivan Serpa, Ferreira Gullar (autor do Manifesto Neoconcreto) e Maurício Nogueira Lima, do Grupo Ruptura.

Outliers

Obras de referência de Ferrari, Juarez Machado e Zaluar, que ancoram o eixo.

Mulheres Artistas

Obras de M. Thereza, Elizabeth Etzel, Ida Zami, Mostoff, Olímpia Couto, Paula Toro, Paula Kadunc, Magda Stábile e Renina Katz.

Vanguardas Latino-Americanas

Obras de Ferrari e Paula Toro, vozes latino-americanas em diálogo com as vanguardas do continente.

Construtivismo de Matriz Africana

Peça de Rubem Valentim, que traduz símbolos afro-brasileiros em vocabulário construtivo próprio.

Artistas Internacionais

Obras de artistas estrangeiros radicados ou expostos no Brasil: Nibbes, Claude Loriou, Ferrari, Paula Toro, Angelo Cannone e José Maria de Almeida.

Disponíveis agora

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Fachada do Kunsthistorisches Museum, em Viena Escadaria interna do Kunsthistorisches Museum, em Viena

Nossa história

De um mirante em Viena a uma vertente de família

O gosto da nossa família pela arte nasceu no Kunsthistorisches Museum (Museu de História da Arte), em Viena, com a compra de uma reprodução de "Caçadores na Neve", o célebre óleo de Pieter Bruegel, o Velho, de 1565. A cena é vista do alto de uma vertente — o mirante de onde os caçadores descem rumo ao vale coberto de gelo — e foi esse ponto de vista que deu nome ao acervo que construímos desde então.

Ao longo do tempo, reunimos obras em nove vertentes curatoriais: nipo-brasileiro, modernismo expressionista, gravura e litografia, outliers, concretismo, mulheres artistas em construção, vanguardas latino-americanas, construtivismo de matriz africana e artistas internacionais. Cada peça do acervo carrega uma dessas vertentes — e uma história de família por trás dela.

Hoje o acervo está sob os cuidados de um casal de advogados apaixonados por arte, que aproveita as viagens que faz ao redor do mundo para explorar galerias e museus e seguir ampliando essa coleção de família.

Atualmente, parte dessas obras está disponível para novos colecionadores. É a reciclagem natural de um portfólio construído com afeto: abrimos espaço para novos capítulos, tanto na coleção quanto na vida de quem as recebe.

9 vertentes curatoriais
60 obras no acervo
100% peças originais

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